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domingo, 6 de novembro de 2011

FORGOTTEN 




De cima para baixo
De baixo para cima, eu paro
E no âmago, eu esqueci
No meio dos meus pensamentos
Levado para longe da minha segurança
O quadro está lá
A memória não me escapará
Mas por que eu deveria me preocupar?

Há um lugar tão escuro
Que você não pode ver o fim
Céus se levantam
E chocam-se contra o que não pode se defender
A chuva, então, envia perguntas ácidas gotejando
Vigorosamente, o poder de sugestão
Então, com os olhos olhando firmemente fechados
Atráves do pó ferruginoso e podre
Uma mancha de luz inunda o chão
E se derrama no mundo enferrujado de falsidade
Nos olhos facilmente abertos
E fica escuro novamente


De cima para baixo
De baixo para cima, eu paro
E no âmago, eu esqueci
No meio dos meus pensamentos
Levado para longe da minha segurança
O quadro está lá
A memória não me escapará
Mas por que eu deveria me preocupar?


Na memória, você me achará
Com os olhos queimamdo
A escuridão que me segura firmemente
Até que o sol apareça


Mexendo para todo lado
Gritos das descidas e das subidas
Poluição manifestada num som perpétuo
As rodas vão em volta
E o pôr-do-sol rasteja
Além das lâmpadas de rua, cadeia-ligação e concreto
Um pequeno pedaço de papel com um desenho pintado
Flutua descendo a rua
Até o vento parar
A memória agora é como o quadro era antes
Quando o papel está amassado
Não pode ser perfeito de novo


De cima para baixo
De baixo para cima, eu paro
E no âmago, eu esqueci
No meio dos meus pensamentos
Levado para longe da minha segurança
O quadro está lá
A memória não me escapará
Mas por que eu deveria me preocupar?

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